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23 de abril de 2018

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  A UNIFOR – FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA, com sede à Av. Washington Soares, 1321 - CEP 60811-905 – Fortaleza-CE – Brasil, sempre zelou pelo espaço do campus e a boa convivência entre a comunidade, incluindo todos os animais que lá vivem: emas, jabutis, galos, gatos, pavões, dentre outros.
  Diversos anúncios e propagandas trazem imagens desses animais. Porém, a política da UNIFOR em relação aos gatos tem sido muito negativa, decretando a proibição de alimenta-los, orientando aos funcionários para que joguem fora os potes de ração e água - ação independente, custeada por alguns alunos e professores - e RETIRANDO periódica e furtivamente gatos do campus, como ocorrido recentemente, no final de semana, dias 14 e 15 de abril de 2018, extrapolando qualquer limite e usando de requintes de crueldade, literalmente “dando sumiço” à dezenas de gatos - idosos, doentes, gatas prenhas e filhotes, incluindo desta vez, até mesmo a gata símbolo da universidade, uma idosa com quase dez anos, conhecida por todos como “A Gordinha da Biblioteca”. A retirada e desova dos gatos para locais distantes são prática comum, ocorrendo sempre aos finais de semana ou feriados, longe dos olhos dos alunos e com a conivência de alguns funcionários.
  Várias denúncias já foram realizadas, porém, a UNIFOR permanece intocada devido ao grande poder que exerce sobre políticos, meios de comunicação e órgãos como a Secretaria do Meio Ambiente e Ministério Publico Estadual.
  A UNIFOR, que em 2017 sediou o VII CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE A HARMONIA COM A NATUREZA E O BEM VIVER, ao que parece, vai na contramão de seu próprio discurso, com a sua “solução final” em relação aos gatos, cometendo assim CRIME, previsto na Lei de nº 9.605/98.
  Acreditamos no bom convívio entre animais e pessoas. Acreditamos em iniciativas de proteção, combinadas com campanhas de castração, locais adequados para alimentação, feiras periódicas de adoções e conscientização de que abandono e maus tratos são crimes e devem ser rigorosamente combatidos.
  EXIGIMOS resposta - UNIFOR, onde estão os gatos retirados do campus? Sequer sabemos se foram “jogados fora” vivos ou mortos!
  EXIGIMOS regras internas de convivência e proteção à todos os animais que vivem nas dependências da universidade!
  EXIGIMOS que nenhum animal seja retirado do campus a não ser através de adoções responsáveis!
  EXIGIMOS apuração e esclarecimento quanto à sua conduta criminosa!
  Este flagrante viralizou (clique aqui para ver) em 2017, e trouxe à tona todas as irregularidades dentro das dependências da UNIFOR:

28 de março de 2018

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  Recentemente estamos vivendo no nosso país uma série de retrocessos que vão contra toda a luta pelos direitos dos animais até hoje. Proibida desde 1967, a caça de animais silvestres na verdade nunca deixou de existir no Brasil e esse é um dos principais fatores que levam à extinção de várias espécies ameaçadas. Mas um projeto tramita na Câmara dos Deputados prevê a regulamentação do exercício de caça no país. Trata-se do Projeto de Lei 6268/16 de autoria do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), membro da bancada ruralista. O projeto anula a Lei de Proteção à Fauna (Lei 5.197/67), que proíbe o exercício da caça profissional. Defensores do projeto de lei justificam que é preciso conter algumas espécies, pois são consideradas invasoras e oferecem perigos ao ecossistema. O projeto de lei também retira da Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98) o agravamento até o triplo da pena de detenção de seis meses a um ano, e multa, por matar, perseguir, caçar, apanhar ou utilizar animais sem licença se isso for feito durante caça profissional. Isso sem dúvida é um retrocesso enorme para o nosso país.
  Hoje, a caça ao javali é permitida pelo IBAMA desde 2013, essa espécie não é nativa da fauna brasileira e por isso não existem predadores naturais no Brasil. Estes animais europeus foram introduzidos no Rio Grande do Sul na década de 90 e tiveram sua criação permitida por órgãos do governo, a princípio para servir como carne “exótica”. A carne do javali não foi bem recebida pelos brasileiros, e por isso, sem medidas preventivas de controle e fiscalização eficientes, os javalis eram soltos por antigos criadores ou fugiam e encontravam um ambiente favorável para reprodução, ao longo dos anos, a população de javalis cresceu massivamente. Agora a espécie é considerada uma “praga invasora” e como resultado, milhares de animais agora são injustamente submetidos à perseguição e a uma morte cruel como “solução” para um problema que foi causado e perpetuado pelo homem.
  Reconhecemos que, ainda assim, este é um problema ambiental, sanitário e social crítico e que precisa ser atendido. No entanto, incentivar que a população pratique a caça é uma medida arriscada e imoral que vai contra os esforços do país para promover práticas de bem-estar animal. A crueldade da matança estende-se não só a esses animais, como também aos cães, que estão sendo criados para matar esse animais silvestres, muitos cães morrem durante a caçada ou são abandonados pelos caçadores, por não terem mais utilidade.
  Além de ser desumana, a matança de animais silvestres também prejudica outras espécies. O restante da fauna também está ameaçado pelas armadilhas, perseguição por cães e ferimentos de bala e muitas vezes, enfrentando horas de sofrimento antes de morrer. A arara azul, a onça pintada, o mico leão dourado, a capivara e tamanduá são alguns dos integrantes de uma lista com mais de 350 animais nativos estão ameaçados. 
  A caça na verdade serve para o gozo dos caçadores, uma verdadeira exteriorização do prazer pelo abate ou simplesmente para o tráfico de material biológico. A caça de animais silvestres nativos de nossa fauna deve ser repudiada, continuar sendo crime e fiscalizada, assim como também imploramos que a caça do javali europeu volte a ser proibida encontrando soluções éticas para o controle. Afinal, não é justo que os animais silvestres sejam responsabilizados e punidos por problemas causados pela nossa sociedade. Nossa fauna, já tão pressionada e devastada, deve ser protegida e não destruída. Imploramos que esse holocausto animal termine, por isso peço a sua ajuda nessa luta. ASSINE AGORA!

Caso queira ver a realidade, clique aqui

18 de janeiro de 2017

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  Vídeos que foram divulgados por uma ONG estão chocando a internet ao revelar a precariedade de um zoológico na Indonésia que abriga ursos magros e famintos. Nas cenas, os animais imploram para ser alimentados pelos visitantes do local. Um grupo de defesa dos direitos dos animais foi ao zoológico Bandung para gravar as cenas e checar as condições de vida dos animais que vivem ali.
"Os animais são mantidos em jaulas de concreto e não há grama. Não há nada natural, é tudo muito cruel", contou Marison Guciano, investigador da Scorpion Foundation, ao site Mashable. "Esse é um dos piores zoológicos na Indonésia. Seria melhor se esse lugar fosse fechado agora, antes que mais animais morram de uma forma dolorosa e evitável", continuou, dizendo que abriu um requerimento para que o zoo seja investigado.
  Uma petição on-line com mais de 225 mil assinaturas pede que o local seja fechado imediatamente. O documento será enviado para o presidente do país, Joko Widodo. Bandung é a terceira maior cidade do país, com uma população de pouco mais de 2.4 milhões de pessoas.
  Assista abaixo aos vídeos dos ursos enjaulados no zoológico.




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