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7 de outubro de 2017

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Uma fila enorme de pessoas se formou duas horas antes de o evento de adoção de animais começar
  A ativista e protetora animal Luisa Mell faz regularmente eventos de adoção para que os animais que estão em seu ínstituto sejam adotados, ganhem uma família e liberem espaço para que novos animais possam ser resgatados.
  Na última quarta-feira, dia 4 de outubro, Luisa fez um desses eventos em comemoração ao Dia de São Francisco de Assis, conhecido como Padroeiro e Santo protetor dos animais, data em que também é comemorada o Dia dos Animais.
  O evento estava marcado para começar somente 10 horas da manhã, mas a partir das 8 horas uma enorme fila já estava formada do lado de fora da Paróquia de São Francisco de Assis, na Vila Clementino, em São Paulo.

Porém, ao descobrirem que os cães de raça não estariam disponíveis no evento, todos foram embora.
  Porém, a alegria e felicidade em ver tantas pessoas interessadas em adotar animais terminou tão rápido quanto chegou. Ao ficarem sabendo que os 135 cãezinhos de raça que foram resgatados de um canil em Osasco pelo Instituto Luisa Mell não estariam disponíveis para adoção no evento, a fila rapidamente se desfez e todos que estavam ali foram embora.
  Estes animais ainda estão em tratamento, pois muitos deles estão com problemas graves de saúde, e a ativista aguarda decisão da justiça para conseguir a posse dos cães e ter a permissão de colocá-los para adoção. Enquanto isso não acontece, o Instituto está cheio de lindos e amorosos cachorros sem raça definida, os famosos vira-latas, que estão disponíveis, aguardando e precisando tanto de um lar.
  Abra o seu coração para um vira-lata. Lembre-se que o amor não depende da raça.

Via: Portal do Dog 

30 de setembro de 2017

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O resgate aconteceu nesta sexta-feira, 29, em um canil em Osasco, na Grande São Paulo
  A Organização Não Governamental (ONG) da apresentadora e ativista Luisa Mell, de proteção aos animais, participou nesta sexta-feira, 29, do resgate de 135 cachorros que sofriam maus-tratos em um canil em Osasco, na Grande São Paulo. A operação contou com o auxílio de agentes da Delegacia de Polícia de Investigações sobre o Meio Ambiente de Osasco (DIICMA), Centro de Controle de Zoonoses e Vigilância Sanitária, veterinários e voluntários.
  De acordo com a delegada titular da DIICMA, Cristiane Pires, foram encontrados cachorros das raças yorkshire, lhasa apso, golden retriever, shitzu, pug e poodle. Além dos animais vivos, outros nove foram encontrados mortos em sacos plásticos no lixo da residência.
"Recebemos a denúncia por meio da ONG da Luisa Mell e montamos a equipe para realizar o resgate. Eles nos encaminharam fotos e vídeos e contatamos a Zoonose de Osasco e a própria ONG para que pudessem levar os animais resgatados. Quando chegamos ao local, constatamos os maus-tratos. Era insalubre e deplorável. Os cães estavam molhados com a própria urina, estavam desnutridos, alguns em acesso venoso. Encontramos nove deles mortos em sacos plásticos no lixo. O local era horrível. A casa era grande e boa, mas estava tudo sujo e muitos animais machucados", disse a delegada. As informações são do portal Extra. Os animais resgatados foram levados para a instituição da ativista.
Me faltam palavras para descrever todo o horror que presenciei. Acabamos agora o resgate de 135 animais! Eu não podia resgatar tantos de uma vez, mas como deixá-los ali sendo torturados, maltratados e explorados até a morte?”, disse indignada, em seu perfil no Instagram.
  A responsável pelo canil prestou depoimento na Delegacia de Meio Ambiente de Osasco.
"Vamos instalar o inquérito policial para investigar o que acontecia naquela casa. Em depoimento, ela (a dona da casa) afirmou que não maltratava os cachorros, disse que limpava o local duas vezes por dia e confessou que já havia comercializado filhotes. Ela nega veementemente os maus-tratos. Nos pareceu uma acumuladora. Ela foi ouvida e liberada. A princípio ela poderá responder por maus-tratos apenas. Mas, no decorrer da investigação, outros crimes podem entrar no processo. Para nós, fica uma sensação de impotência. Dentro da lei somos limitados ainda", lamentou a delegada.
  Conforme a profissional de segurança, além dos animais, ainda foram encontrados a autorização de funcionamento do canil e carteiras de vacinação com assinatura de veterinários, mas sem o adesivo ou data das vacinas.


  Em outra publicação, Luisa Mell fez um apelo e pediu ajuda financeira dos seguidores para dar o tratamento adequado aos animais. Veja como doar:

Instituto Luisa Mell de Assistencia aos Animais

CNPJ: 21.877.796/0001-35 
Bradesco: Agência: 1974-7 | Conta Corrente: 288-7
Itau: Agência: 0772 | Conta Corrente: 09021-3
Banco do Brasil: Agência: 1817-1 | Conta Corrente: 120.000-3


Via: O Povo

27 de fevereiro de 2017

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Luisa Mell (Foto: Rafael Cusato/EGO)
  Entre o riso e a emoção, a apresentadora e ativista animal Luisa Mell comemorou o desfile feito em homenagem a ela e à luta pelos animais feito pela Águia de Ouro, escola que fechou a primeira noite de desfiles do Carnaval de São Paulo na manhã deste sábado, 25.
"Eu dedico minha vida a isso e foi muito emocionante ver essa escola cantando e as arquibancadas reagindo tão bem ao nosso Carnaval. Tudo aqui foi feito sem sofrimento de nenhum animal, uma festa sem crueldade", ressalta ela sobre o fato da agremiação não ter usado materiais como penas e peles. "A humanidade só vai encontrar paz quando olhar os animais de outra forma".
  Luisa, que já foi rainha de bateria de outras escolas, conta que este desfile foi muito diferente.

"Vir na frente de uma bateria é uma coisa, mas desse jeito, com essa homenagem, foi totalmente diferente e uma grande emoção. Dedico minha vida a isso e estou muito contente de levar essa mensagem para milhões de pessoas do mundo que assistem ao nosso Carnaval", festeja ela, que teve uma fantasia com mais de 40 mil cristais e zero pena.


Via: EGO

22 de janeiro de 2017

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Luisa Mell confere detalhes do desfile da Águia de Ouro (Foto: Celso Tavares/EGO)
  Todo ano acontece a mesma coisa. Às vésperas do carnaval, não são poucas as musas que se gabam com as muitas penas de faisão que irão ostentar em suas fantasias. Em 2017, na Águia de Ouro, escola de samba do Grupo Especial de São Paulo, no entanto, será diferente.
  Esqueça as plumas e, no lugar, coloque materiais alternativos, como garrafas pet recicladas. Estranho? Não para Luisa Mell, ativista animal, que será homenageada no desfile da agremiação e fez esse pedido antes de aceitar o convite.
"É possível fazer uma festa maravilhosa sem sofrimento. Carnaval não combina com sofrimento. No começo estava receosa em aceitar, mas, quando eles disseram que não iam usar plumas, peles e nada animal, topei. Fui rainha de bateria durante cinco anos e deixei de desfilar por isso. Era um conflito estar lá com a escola usando materiais que vão contra tudo o que prego. E agora não. Consegui voltar sendo coerente com tudo o que defendo", festeja ela.

  • Desfile vai ter até Arca de Noé
  Luisa conta que, quando a Águia de Ouro a procurou, eles queria fazer um enredo sobre cachorros. Mas, conforme ela foi conversando com o carnavalesco Amarildo de Mello, as coisas foram mudando.
"O cachorro passou a ser o porta-voz dos outros animais. Eles entenderam que é importante falar sobre todos os bichos e sobre como eles devem ser tratados", diz a homenageada. "Vamos tratar de forma lúdica e alegre sobre como cães e os outros animais nos alegram e fazem parte da nossa vida. Começamos com a falta de alguns na Arca de Noé e passamos pelos bichos famosos dos desenhos e do cinema, além de dar destaque para a tristeza dos maus-tratos que até hoje acontecem", explica o carnavalesco.
Luisa posa com Pluto, um dos retratados no desfile 2017 da Águia de Ouro (Foto: Celso Tavares/EGO)

  • Nome citado no samba da escola
  Além da alegria em ver um tema que considera tão urgente e importante no sambódromo do Anhembi, Luisa ainda lidará com a emoção de ter seu nome citado na letra do samba-enredo. Ou seja, mais de 2.500 componentes vão cantar a plenos pulmões o trecho que diz "como faz Luisa Mell / defenda todos animais".
"É uma emoção indescritível. Todas as frases do samba me tocam muito. Quando vejo a comunidade cantando versos tão importante, me emociono. Não fiz nenhum pedido para que meu nome estivesse na letra do samba, foi um presente que eles me deram e aceitei de coração aberto e muito feliz", explica ela, que, desde que aceitou participar do desfile, passou a ser presença frequente nos ensaios da escola da Pompeia, Zona Oeste de São Paulo.
  • Tristeza pelo filho não poder participar 
  No dia do desfile, Luisa virá no alto do quarto carro, o penúltimo que entrará na avenida. A alegoria vai fazer uma crítica sobre o uso de animais nos circos e mostrar que é possível levar alegria a diversão sem usar nenhum bicho. Nesse contexto, Luisa surgirá como um anjo.
"Venho como uma guerreira, mas sem armas. Não é possível você lutar pela paz com mais violência, com sangue. Luto pelo amor, pela compaixão, e vou representar isso inclusive no meu figurino", adianta ela, que lamenta apenas não ter a companhia do filho, Enzo, de 2 anos, na avenida. "Já o levei até a um ensaio, ele adora. Quando chego em casa depois de ir à quadra, ele pede pra ver vídeos. Pena que ele ainda não entende tão bem e não é grandinho para desfilar. Vou sambar por mim e por ele", promete ela.




Via: EGO

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