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22 de março de 2018

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  O brasileiro está “mal acostumado a ter água em abundância, afirmou ao G1 o diretor de planejamento do Ministério da Água do Marrocos, Abdeslam Ziyad. O gestor está em Brasília para o 8º Fórum Mundial da Água, que tem programação aberta ao público até a próxima sexta-feira (23).
  Ziyad representa uma nação habituada ao clima desértico e baixo volume de chuvas anual. O cenário é bem diferente do Brasil, detentor de mais de 10% da água doce do planeta – e que, mesmo assim, passa por crise hídrica. Uma em cada seis cidades brasileiras corre risco hídrico, segundo estudo apresentado durante o evento.Mesmo assim, o Distrito Federal sofre cortes no abastecimento por falta de água nos reservatórios. A situação não se repete em regiões marroquinas como Marrakesh, cidade em região semi-árida próxima ao deserto do Saara e que sediou a primeira edição do Fórum Mundial da Água, em 1997.
  Por isso, tanto autoridades como cidadãos brasileiros precisam, para Ziyad, aprender com a “cultura da escassez”. Sem chuvas abundantes, o Marrocos prevê, com anos de antecedência, os sistemas de captação e abastecimento de água.

“Não são apenas obras. Existe um planejamento antecipado para orientar a sociedade civil sobre o uso da água. Empresas e cidadãos pagam tarifas altas se desperdiçam.”

  A vantagem é que o brasiliense pode acompanhar diariamente a situação dos reservatórios. A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Ambiental do DF (Adasa) divulga, todos os dias, os níveis das barragens de Santa Maria e do Descoberto.
  O morador de Marrakesh, sede do primeiro Fórum, não tem a mesma facilidade: o órgão regulador da bacia hidrográfica local disponibiliza os volumes das represas apenas para pessoas cadastradas.
  Dados do Ministério da Água marroquino mostram que metade dos recursos hídricos do país está concentrada em apenas 7% do território – quase sempre, na região mediterrânea. No restante do Marrocos, onde o deserto predomina, a população local é abastecida por aquíferos no subsolo.
  A tecnologia remonta à Idade Média. Os povos que viviam na região próxima a Marrakesh perfuravam o solo em busca de água. Construíram canais com os recursos hídricos dos aquíferos da região: os khettara. Os métodos se desenvolveram, mas o Ministério da Água marroquino ainda destaca as captações nos aquíferos do país. A água subterrânea continua como uma de nossas prioridades para o abastecimento”, afirmou Zayid, diretor de planejamento da pasta.
  O desafio, segundo o governo do Marrocos, é garantir o abastecimento por outros meios, especialmente para a agricultura. O país tem usinas de dessalinização da água do mar, e o número de reservatórios no país mais do que dobrou desde os anos 1990.
  O Ministério da Água local, porém, preferiu exibir os resultados dos investimentos em reutilização durante o Fórum Mundial. Segundo dados publicados pelo órgão marroquino, o número de estações de purificação de água saltou de apenas um, em 2003, para 93 em 2017.
  Esse método, no entanto, não deveria atender o consumo humano, ressaltou Zayid. “Nós sempre priorizamos a água potável em nossas políticas”, afirmou. O governo marroquino prevê que a água reutilizada abasteça a agricultura. Hoje, somente 12% desse recurso chega aos agricultores.
  Em racionamento de água há mais de um ano, Brasília é a cidade mais chuvosa a sediar o Fórum Mundial da Água. Levantamento do G1 com os órgãos de meteorologia das oito nações que receberam o evento mostra que, por ano, o volume médio de chuva é maior na capital brasileira do que em qualquer outra antiga sede.
  A cidade menos chuvosa, segundo o levantamento, é justamente Marrakesh, sede da primeira edição do Fórum Mundial da Água, em 1997. Lá, chove apenas 281,3 milímetros por ano, em média – apenas 18% dos 1.525,9 mm esperados anualmente para Brasília (veja o gráfico abaixo).
  Confira o volume médio de chuvas, por ano, das oito sedes do Fórum Mundial da Água:

Foto: G1 | Fonte: Órgãos nacionais de meteorologia

  O cálculo envolve o valor acumulado, em média, a cada ano. Assim, mesmo com a estiagem entre meados de maio e outubro, a capital do Brasil registra volume maior por conta das fortes chuvas no período chuvoso. Em outras cidades, como Haia (Holanda) e Kyoto (Japão), chove constantemente ao longo do ano, mas em quantidade menor do que em Brasília.
  Diante dos exemplos marroquinos e da crise hídrica, o professor José Francisco Gonçalves Júnior, especialista em ecossistemas aquáticos pela Universidade de Brasília (UnB), admitiu: o Brasil pecou em achar que nunca faltaria água. Segundo ele, o estado não se preparou para estiagens atípicas.
A maioria da classe política atribui a crise às mudanças climáticas. Até tem uma razão de ser, mas a escassez não se explica só com isso. Falta planejamento para enfrentar os chamados ciclos longos, quando o clima atinge situações extremas vistas a cada dez ou 50 anos, por exemplo.
  Além do planejamento para situações críticas, Gonçalves apontou o descuido com o meio-ambiente como uma das razões para a crise hídrica. “As áreas ao redor dos rios, lagos e nascentes ficaram desprotegidas com o desmatamento das matas marginais”, diz. Gonçalves cita regiões do DF como Águas Claras, onde, segundo ele, construções foram feitas sobre uma área rica em fontes de riachos. “Os prédios construídos ali selaram as nascentes.”
  Esta é a oitava edição do Fórum Mundial da Água, realizado a cada três anos em um país diferente. A primeira edição ocorreu em 1997, em Marrakesh, no Marrocos, e a última em 2015, em Daegu, na Coreia do Sul. O evento ocorre na semana do Dia Mundial da Água, comemorado nesta quinta-feira (22).
  O encontro deste ano traz o tema "Compartilhando Água". O objetivo, segundo os organizadores, é estabelecer compromissos políticos e incentivar o uso racional, a conservação, a proteção, o planejamento e a gestão da água em todos os setores da sociedade.
  Em Brasília, o 8ª Fórum Mundial da Água reúne representantes de 175 países, entre cientistas, governantes, parlamentares, juízes, pesquisadores e demais cidadãos. A programação segue até sexta-feira (23).

Via: G1
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  No Distrito Federal, o Dia Mundial da Água, celebrado nesta quinta-feira (22/3), será repleto de discussões sobre a falta do recurso. Os eventos que põem na mesa pautas sobre escassez hídrica recheiam a programação do 8º Fórum Mundial da Água.
Na segunda-feira (19), a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou um relatório mundial, o qual aponta que, até 2050, 5,7 bilhões de pessoas viverão em áreas com potencial de apresentar falta de água. Atualmente, o número é de 3,6 bilhões.
  Às 9h está marcada a cerimônia de abertura do evento Natureza para Água, no 8º Fórum Mundial da Água, exclusiva para participantes e imprensa credenciada. Na ocasião, estará presente o ministro de Hidráulica e Saneamento do Senegal, Mansour Faye. O país será sede do próximo evento global sobre o tema, em 2021.
  A programação é extensa. Das 9h às 10h30, o diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), Ney Maranhão, coordenará o debate Gestão de Crises: Estratégias para as Bacias Hidrográficas nas Américas e na Ásia-Pacífico. A sessão pretende colocar em pauta os melhores métodos para superar a falta do recurso.
  Das 10h às 12h, a World Wildlife Fund (WWF) promove um evento paralelo no qual abre espaço para troca de experiências entre observatórios de governança hídrica. O Observatório da Água terá como convidados o Observatório das Águas do Brasil (OGA) e órgãos semelhantes de outros países, como Espanha, Quênia e Japão.
Das 15h às 17h, o setor hidrelétrico se reúne para propor alteração à lei da Política Nacional de Segurança de Barragens.
  Ainda à tarde, a espiritualidade se mistura com o recurso. O painel Água e Espiritualidade: O Encontro do Sagrado com a Vida promoverá reunião entre representantes de várias religiões para ressaltar a necessidade de compartilhar a água. O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), prometeu comparecer.
  Além da agenda de debates, o 8º Fórum Mundial da Água tem oferecido uma grande variedade de atrações para os visitantes. Um dos lugares mais procurados é a Vila Cidadã, espaço aberto ao público.
  Instalada na área externa do Estádio Mané Garrincha, a Vila Cidadã oferece atividades interativas e sensoriais para quem for ao evento. A entrada é gratuita. Os visitantes podem se cadastrar no local ou pelo site do Fórum. A Vila funcionará até o dia 23 de março, das 9h às 21h.

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  Pelo menos 917 municípios brasileiros apresentam algum risco relacionado à seca e à falta d’água. O número corresponde a 16% do total de cidades do país, ou uma a cada seis. O dado foi apresentado nesta terça-feira (20), pelo ministro da Integração Nacional Helder Barbalho, no segundo dia do Fórum Mundial da Água, em Brasília.
  O levantamento se refere aos municípios que tiveram situação de emergência reconhecida pelo governo federal nos últimos 180 dias, até esta terça (20). Isso significa que essas prefeituras pediram ajuda à União para lidar com a estiagem – e que o número real pode ser maior, já que nem todos os gestores locais tomam essa atitude.
  O número foi citado no painel “Crise Hídrica no Brasil”, que mostrou a representantes de mais de 170 países, as soluções inovadores aplicadas pelos governos do Distrito Federal e São Paulo no enfrentamento à crise hídrica.

Príncipe herdeiro do Japão, acompanhado do governador Rollemberg do DF e do presidente da Adasa, visita exposição durante 8º Fórum Mundial da Água (Foto: Andre Borges/Agencia Brasilia | Fonte: G1)
  Como exemplo de boas práticas na superação da crise, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), citou o programa Produtor de Água – que concede incentivos financeiros a produtores rurais -, a revitalização de canais do DF que “têm ajudado a aumentar o volume de água da bacia do Descoberto”, além de investimentos em obras de drenagem e saneamento.
  Na mesa assistida pelo príncipe herdeiro do Japão, Naruhito, Rollemberg afirmou que, apesar da crise financeira enfrentada pelo GDF, “o governo conseguiu liberar financiamento de R$ 20 milhões destinados ao saneamento, obras de tratamento de água e infraestrutura urbana de drenagem pluvial”.
  A fala do governador se refere à crise hídrica enfrentada há pouco mais de um ano pelo Distrito Federal, considerada uma das piores da história desde a criação de Brasília, em 1960. Os moradores da capital enfrentam rodízio de água desde janeiro de 2017.

Gráfico que compara chuva, entrada de água no Descoberto e volume do reservatório (Foto: G1)

  Na última medição, na segunda-feira (9), o reservatório do Descoberto atingiu 67,8% da capacidade; o de Santa Maria alcançou 46,5%. No pior momento, eles atingiram volume de 5,3% e 21,8%, respectivamente.
  Ainda sobre à escassez de água, o representante do Buriti voltou a afirmar que o racionamento no DF pode chegar ao fim ainda neste ano. A previsão, segundo ele, poderá ser precisada a partir de “meados de maio”, quando chega ao fim o período de chuvas na região.

“Vai depender da estabilização das barragens do Descoberto e de Santa Maria. Tendo uma previsão mais próxima, poderemos vislumbrar, com segurança, uma data para saída do racionamento.”

  Esta é, pelo menos, a terceira vez que o governador Rollemberg faz previsões sobre o fim do rodízio de água na capital do país.

Governador Geraldo Alckmin falou durante debate sobre crise hídrica, no 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília (Foto: Marília Marques | Via: G1)
  No mesmo painel, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), falou como o estado superou a escassez de água em 2014. Há quatro anos, choveu na região metade do volume de chuvas que foi registrado em 1953. Até então, o ano era considerado o de maior seca do último século.
  Na época, a Sabesp, companhia paulista de abastecimento, passou a puxar a água que ficava abaixo dos canos de captação, no chamado volume morto, e reduziu a pressão nas bombas - o que fez com que partes da cidade ficassem desabastecidas. Também houve campanhas para a redução do consumo.
  Em dezembro de 2015, com a volta das chuvas, o Cantareira saiu finalmente do volume morto. O governo paulista atribuiu a crise à forte seca que atingiu a região, mas uma missão da ONU criticou as autoridades estaduais por falta de investimentos e planejamento adequados.
  Nos últimos anos, a situação das represas melhorou, mas especialistas afirmam que a possibilidade de uma nova crise segue presente.
  Como medidas inovadoras para superação das dificuldades, Alckmin citou a redução da perda física de água, conseguida a partir de um financiamento ofertado pelo governo japonês. O valor foi aplicado na substituição da tubulação das cidades. “Com a mudança, SP está chegando ao nível europeu de perda d’água”, pontuou.
  Sobre saneamento, Alckmin propôs o fim da tributação sobre a água e esgotamento sanitário.

“Não tem sentido, governar é escolher. A minha proposta é que não haja tributação sobre saneamento básico, para que esses recursos ajudassem no investimento de garantia da segurança hídrica e saneamento.”

  Na segunda (19), primeiro dia do Fórum Mundial da Água, o presidente Michel Temer afirmou que o governo federal trabalha em um projeto de lei cujo objetivo é “modernizar” o marco regulatório do saneamento básico. O presidente não detalhou a proposta nem informou quando pretende enviá-la ao Congresso Nacional.

“Nossa atenção volta-se com muita naturalidade para o saneamento, em que tanto ainda resta por fazer. Nós estamos ultimando projeto de lei com vistas a modernizar nosso marco regulatório de saneamento e incentivar novos investimentos, o que nos move naturalmente a busca da universalização desse serviço básico”, disse Temer.

Via: G1 

20 de março de 2018

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  O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (20), segundo dia do 8º Fórum Mundial da Água (World Water Forum 8), três projetos relacionados à sustentabilidade e à economia de água.
  Brasília é a sede da oitava edição do Fórum Mundial da Água, realizado a cada três anos em um país diferente. O encontro deste ano traz o tema "Compartilhando Água". O objetivo, segundo os organizadores, é estabelecer compromissos políticos e incentivar o uso racional, a conservação, a proteção, o planejamento e a gestão da água em todos os setores da sociedade.
  O fórum reúne representantes de 175 países, entre cientistas, governantes, parlamentares, juízes, pesquisadores e demais cidadãos. A programação segue até sexta-feira (23).
  • O que o Senado aprovou

  Construção sustentável: Uma das propostas aprovadas nesta terça-feira (20) estimula a chamada construção sustentável, ou seja, edificações de menor impacto ambiental e que aumentem a eficiência energética das instalações. São exemplos disso o uso de painéis de energia solar, de reutilização da água e de telhados verdes (coberturas vegetais no telhado dos edifícios). O texto, que ainda precisa passar pela Câmara, permite a concessão de incentivos fiscais para obras que adotem essas práticas. Também estabelece que os prédios da União construídos a partir da aprovação do projeto utilizem a construção sustentável, desde que seja técnica e economicamente viável.
  Torneiras automáticas: Vai à sanção presidencial o projeto aprovado nesta terça que estabelece a adoção de torneiras automáticas com mecanismo de vedação de água em todos os banheiros coletivos (públicos e privados). Esse tipo de torneira auxilia na economia de água. As torneiras poderão ser eletrônicas, com sensor que identifica as mãos e deixa de liberar água se não identificá-las. E também poderão ser torneiras manuais, em que a água para de sair por um intervalo de tempo depois de acionadas. Isso vale para banheiros construídos após a publicação da lei.
  Política de recursos hídricos: O terceiro projeto aprovado pelo plenário acrescenta uma nova regra à Política Nacional de Recursos Hídricos. A política determina que valores cobrados pelo uso de recursos hídricos na conta de água sejam convertidos em investimentos na bacia hidrográfica da região onde houve o consumo. A proposta aprovada pelos senadores estabelece que esses recursos serão destinados a obras que melhorem a qualidade da água da bacia hidrográfica em questão.

Fonte: G1
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  Foi aberto nesta segunda-feira (19), em Brasília (DF), a oitava edição do Fórum Mundial da Água. Organizado pelo Conselho Mundial da Água, em parceria, entre outros, com o Ministério do Meio Ambiente e a Agência Nacional de Águas (ANA), o fórum é o maior evento global sobre o tema. Deverá reunir 10 mil congressistas e 45 mil visitantes. É a primeira vez que ocorre no Hemisfério Sul.
  Segundo os organizadores, o fórum tem como objetivos “promover a conscientização, construir compromissos políticos e provocar ações em temas críticos relacionados à água para facilitar a sua conservação, proteção, desenvolvimento, planejamento, gestão e uso eficiente, em todas as dimensões, com base na sustentabilidade ambiental, para o benefício de toda a vida na terra”.
  As atividades do fórum serão concentradas no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, no Eixo Monumental, e no estádio Mané Garrincha, que fica ao lado, onde foi montada megaestrutura para abrigar a Vila Cidadã, a Feira e a Expo.
  Uma série de medidas para a conservação ambiental no Brasil devem ser anunciadas pelo Governo Federal durante o evento, em especial para a proteção e uso sustentável dos recursos hídricos.
  Uma das iniciativas prevê a assinatura de decretos de criação e ampliação de unidades de conservação (UCs), com destaque para as Áreas de Preservação Ambiental e Monumentos Naturais de São Pedro e São Paulo (PE) e Trindade e Martin Vaz (ES).
  Com a criação das unidades, localizadas nos dois pontos mais extremos da costa, o Brasil atingirá o índice de 25% de áreas marinhas protegidas, superando uma das metas de Aichi, que sugere aos países a preservação de pelo menos 17% de seus mares.
  Outras unidades de conservação deverão ser criadas ou ampliadas no decorrer do fórum, entre elas um parque nacional, reservas extrativistas e reserva biológica. Além disso, o governo apresentará o Plano Nacional de Fortalecimento das Comunidades Extrativistas e Ribeirinhas (Planafe).
  Há ainda a expectativa de anúncio do reconhecimento dos novos sítios Ramsar brasileiros: o Rio Negro (AM), o Estuário do Amazonas e seus Manguezais (AM) e o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (PE).
  As propostas, com os devidos estudos, já foram encaminhadas ao Secretariado da Convenção das Zonas Úmidas de Importância Internacional, na Suíça, a quem cabe a decisão. O sítio Ramsar do Rio Negro será o maior do mundo.
  • Campanha
  Ainda durante o fórum, será lançada a campanha “Pato Mergulhão: Embaixador das Águas no Brasil”. A ideia é preservar a ave considerada criticamente ameaçada de extinção. Segundo pesquisadores, há hoje no mundo apenas cerca de 200 exemplares da espécie, que é um bioindicador de água limpa.
  Está programado, também, o lançamento do aplicativo Água Doce, com dados sobre as ações do programa do ministério que produz água de qualidade para comunidades do semiárido brasileiro. O App vai permitir interações entre usuários, gestores e a população em geral.

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